sábado, 5 de setembro de 2015

ULTIMAS NOTICIAS

FRASE DO DIA

O mecanismo de sustentação de poder do PT passou a ser corrupto. Não é a corrupção tradicional, que é pessoal. É uma corrupção institucionalizada, organizada e que sustenta partidos. No mensalão não chegava a tanto, era para financiar a eleição, mas agora não

EX-PRESIDENTE FERNANDO HENRIQUE CARDOSOCOMENTAR
de setembro de 2015, 13:00

BAHIA Heraldo apóia Armando Porto em eleições de Macarani

Foto: Divulgação
Presidente do Democratas em Salvador, Heraldo Rocha
Com a cassação do prefeito Antônio Carlos Macedo e de sua vice, Elza Soares, em junho de 2013, os poucos mais de 18 mil habitantes da cidade de Macarani se preparam para voltar às urnas para novas eleições municipais, marcadas para o dia 04/10. A antiga gestão foi cassada sob denúncias de captação ilícita de votos e abuso de poder econômico nas eleições de 2012. O principal candidado deste novo pleito é o ex-prefeito da cidade, Armando Porto, que administrou o município por 8 anos e tem o apoio do presidente do Democratas em Salvador, Heraldo Rocha. “Porto fez excelentes investimentos, principalmente na área de educação e infraestrutura, é um nome de confiança para gerir a cidade”, disse a liderança. O médico Dr. Miller é o vice na chapa. Armando Porto pertence a coligação Macarani com Responsabilidade (PSD – PSDC- PT- PMDB- PR- DEM PSB -PSDB PC do B -PRP).
de setembro de 2015, 12:45

MUNDO Japão encerra ordem de evacuação em cidade próxima a Fukushima

O governo do Japão encerrou neste sábado uma ordem de evacuação com duração de quatro anos e meio na cidade de Naraha, no nordeste do país, que havia sido imposta após o desastres na usina nuclear de Fukushima. Naraha é a primeira cidade a ter a ordem de evacuação encerrada, entre os sete municípios evacuados por conta da contaminação por radiação, após o terremoto e um tsunami causaram o colapso dos reatores da usina nuclear de Fukushima, em março de 2011. O governo central afirmou que os níveis de radiação em Naraha caíram a níveis considerados seguros, após os esforços de descontaminação na área. Segundo uma pesquisa realizada pelo governo japonês, no entanto, 53% dos antigos residentes do município, a 20 quilômetros ao sul da usina nuclear de Fukushima disseram que ainda não estão prontos para voltar permanentemente ou ainda não tomaram uma decisão. Naraha passou por um teste, já que muitos residentes ainda estão cautelosos, preocupados com os riscos à saúde e com a falta de infraestrutura. Na cidade, um segmento da rede ferroviária nacional ainda está fora de serviço e os trilhos permanecem cobertos por grama. Aproximadamente 100 pessoas, dos quase 2.600 antigos residentes, retornaram a suas casas desde o início do período de teste, em abril. No ano passado, o governo retirou em parte a ordem de evacuação em áreas de duas cidades próximas, mas apenas metade dos residentes voltou.
Estadão
de setembro de 2015, 12:30

MUNDO Presidente da Ucrânia celebra primeira semana de cessar-fogo

O presidente da Ucrânia Petro Poroshenko celebrou a manutenção do cessar-fogo no leste do país, afirmando que nenhum soldado ucraniano morreu em combates nesta semana. A partir do dia 1º de setembro, a Ucrânia e os separatistas pró-Rússia finalmente conseguiram implementar uma trégua. Segundo Poroshenko, esta foi a primeira semana desde o início dos conflitos, que já duram mais de um ano, em que nenhum soldado foi morto em confrontos. No entanto, muitos militares morreram em acidentes com minas terrestres. Segundo o presidente ucraniano, os bombardeios não se encerraram completamente, mas o número caiu de mais de 200 por dia para apenas alguns. Na segunda-feira, o Parlamento da Ucrânia aprovou um projeto de lei que dará mais autonomia ao leste do país. A descentralização do poder era uma condição para uma trégua assinada em fevereiro que visa acabar com os combates entre as tropas do governo ucraniano e separatistas pró-Rússia que deixaram mais de 6.800 mortos. Apesar de um cessar-fogo declarado em fevereiro, ainda ocorriam ataques diários de ambos os lados.
Estadão
de setembro de 2015, 12:15

BRASIL Governo planeja ‘vender’ dívida ativa para fazer caixa

Para ajudar a aumentar as receitas, o governo estuda “vender” parte da dívida ativa da União. A ideia é criar um fundo lastreado em créditos da dívida considerados recuperáveis e vender cotas do fundo em mercado. A equipe econômica avalia que R$ 150 bilhões em débitos inscritos em dívida ativa podem ser recuperados em prazo relativamente curto e ser utilizados para compor o fundo. Ainda não é possível estimar o volume de recursos que poderia ser arrecadado com a venda de cotas do fundo, uma vez que o resultado dependerá do interesse dos investidores nos papéis. A expectativa é que os recursos ajudem nas receitas de 2016. Modelo semelhante de securitização da dívida, como é chamado esse processo, vem sendo adotado por estados e prefeituras desde 2009. “Tem erros e acertos, mas já há a experiência em estados e municípios e há potencial. O mercado tem interesse porque ele consegue obter um valor interessante com esses papéis”, disse uma fonte da equipe econômica ao Broadcast, serviço de notícias em tempo real da Agência Estado. A ideia é criar uma espécie de Fundo de Investimento em Direitos Creditórios (Fdic), composto por recebíveis. Hoje, o governo tem a receber R$ 1,3 trilhão na dívida ativa, mas 80% desse total é considerado crédito “podre”, valores que dificilmente serão pagos, devidos por empresas falidas ou contribuintes que já morreram.
Estadão
de setembro de 2015, 12:00

BRASIL OAB cobra fim de financiamento empresarial para 2016

Foto: Fábio Pozzebom / Agência Brasil
Presidente da Ordem, Marcus Vinícius Furtado Coêlho
A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) protocolou nesta sexta-feira (4) uma ação cautelar no Supremo Tribunal Federal (STF) para proibir o financiamento empresarial de campanha já nas eleições municipais de 2016. Segundo a ordem, o objetivo é garantir a aplicação do entendimento da maioria dos ministros do STF – de proibir o financiamento empresarial das campanhas – já na escolha de prefeitos e vereadores no ano que vem. Embora seis ministros tenham votado pela inconstitucionalidade, a discussão sobre financiamento de partidos e políticos está suspensa na Corte desde abril do ano passado, por um pedido de vista (mais tempo para análise) do ministro Gilmar Mendes. Para o presidente da Ordem, Marcus Vinícius Furtado Coelho, a ação proposta não visa “atropelar” o direito de vista de Gilmar Mendes, mas dar efetividade ao entendimento da maioria da Suprema Corte. A ação foi protocolada na mesma semana em que o Senado rejeitou do texto da reforma política a autorização do financiamento empresarial. O texto retorna agora à Câmara dos Deputados, que havia entendido pela aprovação da medida. “O Senado Federal já tomou a decisão no sentido de que não vai constitucionalizar essa matéria. Então, ela deve ser resolvida pelo STF, que em maioria absoluta dos seus membros concluiu que não pode uma lei prever o financiamento empresarial de candidatos e partidos”, disse Coelho. Ficou autorizado pelo Senado, por outro lado, o repasse de dinheiro de pessoas físicas aos partidos e candidatos. A doação, no entanto, está limitada ao total de rendimentos tributáveis do ano anterior à transferência dos recursos. Com a ação, a OAB quer que o Supremo conceda uma liminar que proíba a participação de empresas no financiamento da campanha no ano que vem. A intenção é de que o assunto seja definido até outubro, um ano antes do período eleitoral. A Constituição prevê que qualquer alteração na legislação eleitoral seja feita até um ano antes das votações.
Estadão
de setembro de 2015, 11:45

ECONOMIA Em jantar, Levy recebe apoio de empresariado

Foto: Estadão
Ministro da Fazenda, Joaquim Levy
O empresário Carlos Alberto Sicupira, mais conhecido como Beto Sicupira, recebeu na quarta-feira (2) em sua casa, em São Paulo, grandes empresários e o ministro da Fazenda, Joaquim Levy. O ponto central do encontro foi a discussão de medidas que possam garantir o ajuste fiscal e evitar que o Brasil perca o selo de bom pagador das agências internacionais de classificação de risco que avaliam o grau de investimento dos países. O encontro também foi organizado para prestar apoio a Levy, que nos últimos dias pareceu fragilizado e na iminência de perder o cargo. Os empresários têm o ministro em alta conta por considerá-lo “profissional com espírito público e profundo conhecimento das contas do governo”, conforme definiu à reportagem um dos participantes do jantar. O grupo de empresários, que costuma se reunir de maneira informal, mas periódica, para discutir grandes temas nacionais, conta com pesos pesados da economia brasileira. O anfitrião, Beto Sicupira, é sócio de empresas globais, como a cervejaria Anheuser-Busch Inbev, dona da marca Brahma, e a rede fast food Burger King, em parceria com os investidores Jorge Paulo Lemann e Marcel Telles. Também estavam presentes Edson Bueno, maior controlador da rede de laboratórios Dasa; Jorge Gerdau, da siderúrgica Gerdau; Pedro Passos, fundador e sócio da Natura; Josué Gomes, presidente do grupo têxtil Coteminas; Carlos Jereissati, controlador de redes de shopping center e com importante participação na empresa de telefonia Oi; João Moreira Salles, filho do banqueiro Pedro Moreira Salles, que tem participação no Itaú Unibanco; Mateus Bandeira, presidente da consultoria fundada por Vicente Falconi, além do próprio especialista em gestão.
Estadão
de setembro de 2015, 11:30

ECONOMIA Países do G-20 se comprometerão a não desvalorizar suas moedas

Os países do G-20 irão renovar seu compromisso de evitar a depreciação intencional de suas moedas para aumentar a competitividade de seus produtos, afirmou um oficial sênior do Tesouro dos Estados Unidos neste sábado. A perspectiva de crescimento baixo pode incentivar diversos países a depreciar suas taxas de câmbio, na tentativa de impulsionar a economia local, uma política que aumenta a rentabilidade das exportações, mas que alimenta tensões no comércio internacional. “Existe um claro entendimento de que desvalorizações competitivas representam uma ameaça a todos e que precisamos evitar isso”, afirmou a autoridade. A decisão repentina da China, no mês passado, de desvalorizar sua divisa inicialmente trouxe temores de que Pequim estaria seguindo sua política de usar o yuan depreciado para impulsionar o crescimento econômico. No entanto, o Fundo Monetário Internacional (FMI) afirmou que a desvalorização foi causada pela decisão de Pequim de permitir que as pressões do mercado tivessem um papel mais importante na precificação da moeda. Dessa forma, os temores quanto à desaceleração da economia chinesa pressionaram o yuan, avaliou o FMI, em uma depreciação natural. Autoridades dos Estados Unidos reconheceram que a desvalorização do yuan foi pequena, se comparada à alta de aproximadamente 15% no ano passado. Também aceitaram que a mudança da política de Pequim quanto ao câmbio, de tornar as oscilações mais atreladas ao mercado, foi parte de esforços para incluir a moeda local na cesta de divisas de reserva do FMI, conhecida como SDR.
Estadão
de setembro de 2015, 11:15

BRASIL Sem fiscalização, sindicato patronal recebe R$ 1 bilhão

Todos os anos, sem divulgação oficial, o governo federal repassa para entidades sindicais patronais, como sindicatos, federações e confederações um bolo de dinheiro que é arrecadado, de forma compulsória, junto às empresas, de todos os setores, no campo e nas cidades. No primeiro semestre, segundo dados oficiais obtidos pela reportagem, as entidades sindicais dos empresários receberam R$ 1,082 bilhão do governo. No mesmo período do ano passado, foi R$ 1,013 bilhão. Esse dinheiro chega aos cofres do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) e é depois repassado pela Caixa Econômica Federal às entidades sindicais patronais. Além do segredo que existia quanto ao total das transferências, a operação conta com nuvens carregadas que impedem transparência maior. O uso dos recursos não sofre fiscalização do Executivo nem do Tribunal de Contas da União (TCU). Além disso, as entidades que recebem o dinheiro repartido pelo governo não têm obrigação de prestar contas. Previsto na CLT, o imposto sindical tem parte mais visível no lado dos trabalhadores com carteira assinada, que contribuem todos os anos com o equivalente a um dia de trabalho por ano ao governo. Em operação semelhante, o dinheiro ingressa no FAT e é transferido pela Caixa com os sindicatos. O mesmo ocorre com o lado patronal: as empresas pagam uma parte de seu capital social, dependendo do tamanho de cada companhia. Do total arrecadado, no caso dos empresários, a maior parte, 60% vai para os sindicatos. Outros 15% vão para federações, como a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), e os demais 5% para as confederações, como Confederação Nacional da Indústria (CNI), a Confederação Nacional dos Transportes (CNT) e no setor rural, com a Confederação Nacional de Agricultura (CNA). Os 20% restantes ficam com o governo e abastecem o FAT, que financia gastos com qualificação de trabalhadores, além do seguro-desemprego e o abono salarial. Esses benefícios tiveram suas regras de acesso restritas pelo governo neste ano em meio ao ajuste fiscal.
Estadão
Fonte: politicalivre
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