segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

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FRASE DO DIA

Os ratos adoram a cidade. Qual será a comida deles? Ah, já sei: eles comem carne humana


BRASIL
 Após denúncia de ‘mensalão’, cai cúpula da Corregedoria da Polícia Civil

O secretário estadual de Segurança Pública, Alexandre de Moraes, convocou uma coletiva nesta segunda-feira, 21, e anunciou que o atual diretor da Corregedoria da Polícia Civil, delegado Nestor Sampaio Penteado Filho, foi afastado do cargo. No lugar dele, vai assumir o delegado Domingos Paulo Neto, que atualmente é diretor Departamento de Polícia Judiciária da Capital (Decap).As demissões foram anunciadas após o Estado revelar que o Ministério Público Estadual (MPE) investiga a existência de um “mensalão” pago por policiais corruptos à Corregedoria da Polícia Civil de São Paulo. Essas mudanças acontecem, segundo Moraes, porque todos os membros da Corregedoria citados pelo MPE serão investigados em inquéritos policiais. “Para evitar o constrangimento do chefe da equipe investigar a própria equipe”, justificou o secretário.Também foram afastados sete investigadores da Polícia Civil, o chefe dos investigadores do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic), Silvio Toyama, e o delegado Luiz Longo. Ambos aparecem no obtido pelo jornal O Estado de S. Paulo.Segundo as investigações, os corregedores venderiam proteção aos homens que deveriam investigar e prender. Em troca de até R$ 50 mil, os corregedores informavam a delegacias e departamentos da Polícia Civil o planejamento de operações do MPE e o recebimento de denúncias feitas por vítimas de extorsões de policiais.
Estadão Conteúdo
Foto: Divulgação
Deputado Herzem Gusmão
Durante a confraternização de fim de ano do PMDB de Conquista, o deputado Herzem Gusmão afirmou que o Brasil está desgovernado e defendeu a renúncia da presidente Dilma para o país sair da crise. “No mais, é pedir a Deus para que 2016 seja melhor do que 2015 e que o Brasil possa vencer a inflação e a corrupção”, disse Herzem Gusmão em seu discurso. De acordo com o parlamentar, que é pré-candidato à Prefeitura de Vitória da Conquista, a presidente Dilma perdeu a autoridade. “Isso é ruim para todos nós porque não há governo. A presidente não consegue fazer mais uma agenda positiva para o país e a crise não acaba. Vejam que, em apenas um ano, a inflação já ultrapassou a casa dos dois dígitos e o Brasil fechou mais de um milhão de vagas de emprego”, concluiu o deputado.
Os líderes dos partidos aliados do Palácio do Planalto vão se reunir às 15h desta segunda-feira, 21, com o ministro da Secretaria de Governo, Ricardo Berzoini, para informá-lo de que não há chances de haver quórum no Congresso entre hoje e amanhã para votar a convocação extraordinária dos parlamentares ou um recesso mais curto, com retorno dos trabalhos na Câmara e no Senado ainda em janeiro. “Não tem quórum”, resumiu o deputado Paulo Pimenta (PT-RS).O recesso do Congresso começa oficialmente na quarta-feira, 23, e acaba em 2 de fevereiro. A convocação extraordinária pode ser feita pelas presidências da República, do Senado, da Câmara ou por requerimento da maioria dos integrantes de ambas as Casas para tratar “em caso de urgência ou interesse público relevante”. Para tanto, o pedido tem de ser aprovado pela maioria absoluta dos deputados (257) e dos senadores (41).Na sexta-feira, o ministro da casa Civil, Jaques Wagner, reforçou que o governo tem pressa para concluir o processo de impedimento, mas reconheceu que não seria “fácil” para a presidente Dilma Rousseff tomar a decisão de convocar o Congresso e cancelar o recesso dos parlamentares, ainda mais por causa do calendário apertado.Além do acordo, a outra aposta do governo – que também já perdeu força – era uma convocação pelo presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB- AL). Na última quinta-feira, ao encerrar o ano legislativo, Renan disse que não via necessidade de convocação extraordinária do Congresso durante o período de recesso. O presidente do Senado disse, ainda, que não era positiva uma convocação sem uma pauta urgente ou uma presença maciça dos parlamentares.Os corredores do Congresso já estão vazios e muitos parlamentares já anunciaram na semana passada que não viriam nos últimos dois dias do ano legislativo. “Essa reunião de líderes (de hoje) é só para dizer que não dá para votar nada na terça-feira”, concluiu o deputado Paulo Pereira da Silva (SD-SP).
Estadão Conteúdo
Adriano Peixoto
Coluna: Relações de Trabalho
Adriano de Lemos Alves Peixoto é PHD, administrador e psicólogo, mestre em Administração pela UFBA e Doutor em Psicologia pelo Instituto de Psicologia do Trabalho da Universidade de Sheffiel (Inglaterra). Atualmente é pesquisador de pós-doutorado associado ao Instituto de Psicologia da UFBA e escreve para o Política Livre às quintas-feiras.
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Creio que sou uma pessoa de hábitos. Sigo a mesma rotina todo dia. Acordo, preparo meu café, leio as notícias na internet e verifico os e-mails. Foi assim que hoje pela manhã, em algum lugar entre a Síria, Fabíola e Brasília escutei, por um grande acaso, a trilha sonora do musical Hair.
Não faz tanto tempo assim, se proclamava aos quatro ventos a aurora da era de Aquário.  Para os não iniciados (eu pesquei a informação no google, confesso), essa é uma referência ao fenômeno da precessão de equinócios, uma projeção do movimento do eixo de rotação da terra nas constelações da eclíptica celeste, o que faz com que a cada 2500 anos o equinócio de primavera seja marcado pela entrada do sol em um signo (constelação) diferente, dando origem às chamadas eras astrológicas.
Da mesma forma que o sacrifício do cordeiro marcou o fim da era de Áries, o advento do cristianismo marcou a era de peixes – não era esse um dos símbolos originais dos cristãos? Uma das principais características desse período seria a ilusão, a grande confusão, a desilusão. A Maya como dizem os hindus.
Foi assim que o movimento da Nova Era, nos anos setenta, proclamou com força e com vontade a entrada da humanidade no signo de Aquário.  Na verdade a música diz que isso ocorreria quando a lua estivesse na sétima casa e Júpiter se alinhasse com Marte….De qualquer forma, nesse momento o mundo seria guiado pela paz! Viveríamos em harmonia e compreensão, uma vida plena e abundante de simpatia e confiança.  Em suma, haveria uma verdadeira libertação da mente!
Depois de ler os noticiários e lembrar as promessas da nova era imagino que podemos chegar a duas conclusões distintas, a escolha do freguês: se você é um crente sempre poderá alegar que a precessão dos equinócios não é fácil de ser determinada e que erramos na conta. Assim, viveríamos os estertores da era de peixes e que o paraíso chegará logo mais para todos. Ou seja, a vida para você segue seu rumo normal.
A conclusão alternativa é aceitar que temos uma forte tendência ao auto engano e que a realidade sempre se impõe de forma dura querendo você ou não. Neste caso, quanto mais rapidamente reconhecemos e enfrentamos a realidade, mais fácil será construir uma saída para os problemas que enfrentamos.  Isso vale tanto para as questões pessoais, quanto para as questões políticas e econômicas.  E nesse caso não há alternativa moral fora “ganhar o pão com o suor do rosto…”
Ah sim, no noticiário de hoje dizia que a Era de Aquário foi degolada na Síria por um jihadista recrutado em um país da América Latina. Ele chegou até lá financiado por uma conta secreta na Suíça, abastecida com dinheiro de propina desviado de uma estatal Brasileira.
Fonte: politicalivre
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