sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

ULTIMAS NOTICIAS - POLITICALIVRE

Associados e conselheiros do Vitória declaram apoio à José Rocha

Foto: Divulgação
Presidente do Conselho Deliberativo do clube, deputado estadual José Rocha (PR)
Associados torcedores, beneméritos e conselheiros do Esporte Clube Vitória declararam, por meio de carta aberta, apoio ao presidente do Conselho Deliberativo do clube, deputado estadual José Rocha (PR), após receber críticas de outro grupo de conselheiros do Vitória na última quinta-feira (10). O manifesto, que obteve o apoio de mais de 144 pessoas ligadas ao clube, acontece justamente no momento em que a agremiação decide se abraça as eleições diretas para presidente do Vitória. Na carta, nomes como o de Ademar Lemos, Jorginho Sampaio e Silvoney Sales apoiam e demonstram confiança em Rocha na sua condição no Conselho do rubro-negro. A carta aberta divulgada nesta sexta-feira (11) surge como resposta a que foi divulgada ontem em um jornal de Salvador com alegação de irregularidades na convocação da Assembleia Geral de Sócios, que acontecerá no dia 20 de dezembro (domingo), na Arena Fonte Nova, para a votação que definirá a reforma do estatuto do time baiano. “O Presidente do Conselho Deliberativo do Vitória adota posturas contraditórias, efetuando manobras para fazer valer suas opiniões, seus interesses e do grupo que ele defende. O comportamento contraditório é fato proibido pelo direito, porque viola a probidade, a ética e a boa-fé, havendo total quebra da confiança na condução do Presidente à frente do Conselho”, denuncia o manifesto divulgado na última quinta.
Confira, na íntegra, a nota de apoio à José Rocha:
CARTA ABERTA DE APOIO AO PRESIDENTE DO CONSELHO DELIBERATIVO DO ESPORTE CLUBE VITÓRIA
Nesse momento em que o mundo clama por democracia, nós, ASSOCIADOS TORCEDORES, ASSOCIADOS BENEMÉRITOS e CONSELHEIROS trazemos nosso apoio e testemunho da ABSOLUTA CONFIANÇA que temos no Presidente José Rocha, na sua condução do Conselho Deliberativo de forma LEGÍTIMA, DEMOCRÁTICA E ABSOLUTAMENTE EM PROL DE UM VITÓRIA MELHOR.
Lutando contra manobras de um grupo que tenta a todo custo se encastelar eternamente no poder, alijando o ASSOCIADO da vida do Clube, José Rocha tem dado uma verdadeira aula de ESPÍRITO RUBRO-NEGRO, com imparcialidade, ouvindo TODAS AS OPINIÕES com imparcialidade, respeitando sempre o contraditório, e abrindo todos os temas à discussão.
Nós, RUBRO-NEGROS DE VERDADE, queremos DEMOCRACIA, TRANSPARÊNCIA E PROFISSIONALIZAÇÃO. Esta luta passa pela Reforma do Estatuto do Vitória, que as forças do atraso tentam sabotar com expedientes mesquinhos e ILEGAIS, como a não-publicação da lista de participantes da Assembleia Geral, cuja publicidade é mandada pela Lei Pelé.
José Rocha, continue seu excelente trabalho à frente do Conselho Deliberativo, mantenha-se firme, ESTAMOS COM VOCÊ, PELO BEM DO VITÓRIA.
11 de dezembro de 2015, 10:40

BRASIL TCU investiga usinas contratadas por Delcídio no governo FHC

Foto: Divulgação
O ministro Benjamin Zymler, do Tribunal de Contas da União (TCU) mandou abrir nesta quinta-feira, 10, uma investigação sobre a compra de turbinas a gás para usinas termoelétricas, autorizada pelo senador Delcídio Amaral (PT-MS) quando era diretor da Petrobras no governo de Fernando Henrique Cardoso (1995-2002).Na época, o congressista era filiado ao PSDB e chefiava a área de Gás e Energia da estatal.Os equipamentos foram adquiridos da multinacional francesa Alstom. Em depoimentos de delação premiada, o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa afirmou que Delcídio recebeu propina da empresa no período em que era diretor (1999-2001).Delcídio está preso desde o dia 25 de novembro, acusado de tentar atrapalhar as investigações sobre seu envolvimento no esquema de corrupção na Petrobras. Numa gravação que serviu de prova contra o senador, ele oferece uma mesada e propõe uma rota de fuga ao ex-diretor Internacional da companhia petrolífera Nestor Cerveró, atualmente detido no Paraná. O ex-diretor Internacional auxiliava Delcídio quando ele comandava a Diretoria de Gás e Energia.No despacho em que justifica a investigação, o ministro do TCU menciona reportagem publicada pelo jornal O Estado de S. Paulo em 27 de novembro.
Estadão
11 de dezembro de 2015, 10:36

EXCLUSIVA Villas Boas faz análise honesta sobre crise da dengue

Foto: Alberto Coutinho/GOV-BA
Secretário estadual de Saúde, Fábio Villas Boas
O Brasil conheceu em 2015 a pior epidemia de dengue de sua história, segundo dados do Ministério da Saúde. Foram notificados mais de 1,5 milhão de possíveis casos da doença, que resultaram em 811 mortes. Foi o ano em que o mesmo Ministério deixou faltar a substância necessária para os agentes. A informação sobre a falha do Ministério consta de uma excepcional análise que o secretário estadual de Saúde, Fábio Villas Boas, faz em artigo publicado na edição de hoje do jornal A Tarde.
Situando a reintrodução da dengue no país há três décadas, Villas Boas decreta a falência da repetição das mesmas estratégias governamentais de enfrentamento ao mosquito aedes aegypt que, em sua avaliação, resultaram na acomodação diante do problema por parte da população, a qual passou a se acostumar e simplesmente conviver com os ciclos anuais das epidemias. Também aponta a incapacidade dos municípios, responsáveis pelo combate direto ao mosquito, em resolver o problema.
No texto, ele anuncia a criação, na Bahia, de um Centro de Operações de Emergências em Saúde, integrado por diversos níveis da secretaria, outras pastas e setores da sociedade, sob a sua coordenação. Sua idéia é dar uma resposta rápida à crise epidemiológica, a qual ganhou ares de premência depois da associação entre o mosquito e doenças como a síndrome de Guillain-Barré e a microcefalia. A Bahia também está à frente em estratégias inovadoras para combater o mosquito, diz o secretário.
Ele cita, por exemplo, uma tecnologia pioneira de Aedes transgênico cujos testes de campo reduziram em mais de 80% a população de mosquitos em Juazeiro. Fundamental as iniciativas do governo baiano frente à grave crise epidemiológica que assombra o país. E ainda mais a análise honesta do secretário sobre o estágio lamentável em que o país se encontra frente a um problema que assume proporções assustadoras sem que se veja uma tomada de posição firme por parte do governo federal.
11 de dezembro de 2015, 10:30

MUNDO Conferência do Clima em Paris adia para sábado acordo global sobre o clima

O chanceler da França e presidente da Conferência do Clima (COP-21), Laurent Fabius, anunciou durante a madrugada desta sexta-feira que o texto sobre o acordo final das metas para frear as mudanças climáticas será divulgado no sábado, e não mais hoje, como previsto anteriormente. As negociações que já duram duas semanas estavam previstas para terminar nesta sexta-feira. “Nós não vamos apresentar o texto final na sexta-feira à noite, como tínhamos planejado, mas sim no sábado pela manhã”, disse Fabius. “Há ainda muito trabalho a fazer”, acrescentou ele. Diplomatas e outras autoridades de mais de 190 países estão tentando chegar a um acordo sobre o texto do que seria um acordo sem precedentes para todos os países para reduzir as emissões de carbono provocadas pelo homem e cooperar para se adaptar a elevação dos mares e o clima cada vez mais extremo causado pela atividade humana. Analistas disseram que um atraso nas negociações sobre o clima não é necessariamente um mau sinal, dado que os negociadores internacionais estão tentando chegar a um acordo que vai mudar a economia global no longo prazo.
Estadão
11 de dezembro de 2015, 10:25

BRASIL Carletto quer criação da Secretaria de Combate à Dengue

Foto: Divulgação
Deputado federal Ronaldo Carletto (PP)
Diante da proliferação do mosquito Aedes Aegypti em várias cidades do Brasil, o deputado federal Ronaldo Carletto (PP), por meio de Indicação apresentada na Câmara dos Deputados, sugeriu a criação da Secretaria de Combate à Dengue, à Febre de Chikungunya e à Febre Zika. Além da propagação do mosquito transmissor dessas doenças, no fim de novembro, o Ministério da Saúde confirmou a relação entre a Zika e o surto de microcefalia na região Nordeste, fato que deixou o parlamentar extremamente preocupado. “Essas três doenças têm como vetor o mesmo mosquito, que está espalhado em todo o território nacional. Agora veio a ligação com a microcefalia. Esse achado lamentável evidenciou que é preciso mobilização nacional para conter o mosquito transmissor, responsável pela disseminação da doença”, ressaltou.O deputado enfatizou, ainda, que o Governo Federal precisa tomar medidas efetivas tanto para o combate do mosquito transmissor, quanto para o tratamento das pessoas afetadas pelas doenças. “É por isso que sugerimos a criação de uma Secretaria, no âmbito do Ministério da Saúde (MS), com atribuições específicas para o combate à Dengue, à Febre de Chikungunya e à Febre Zika. Atualmente, de acordo com o Decreto nº 8.065, de 7 de agosto de 2013, que trata da estrutura administrativa do Ministério, a Secretaria de Vigilância em Saúde do MS é responsável, em âmbito nacional, por todas as ações de vigilância, prevenção e controle dessas doenças. Acreditamos que a criação de uma Secretaria com este enfoque temático possa permitir ações mais tempestivas e eficientes de combate às doenças”, concluiu Carletto.
11 de dezembro de 2015, 10:15

BRASIL ‘Só faz sentido haver governantes em tempos de crise’, diz Lula

Foto: FABIO MOTTA/ESTADÃO
Ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu, em seminário na Espanha, que as crises servem para que se possa fazer o que não é possível em tempos normais e destacou que este é o papel dos líderes políticos. “Estou convencido que só faz sentido haver governantes em tempos de crise. Sem crise, um assessor pode governar porque as coisas estão encaminhadas”, disse, no evento “O desafio dos emergentes”, promovido pelo jornal El País. Segundo o ex-presidente, o Brasil precisa acreditar em “fazer coisas novas”, como o Novo Banco de Desenvolvimento (NBD), conhecido como o banco dos Brics, bloco formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul. Lula defendeu ainda que o País estabeleça acordos estratégicos com chineses, russos, norte-americanos e com europeus. “Temos que fechar o acordo com a União Europeia urgentemente. Em tempos de crise, temos que aumentar o comércio porque não há uma fórmula clara para se resolver os problemas”, disse. Ao defender maior integração comercial, o ex-presidente pontuou diferenças entre o Brasil e China e avaliou que o país asiático investe muito em infraestrutura, mas “não sabe trabalhar” seu mercado interno. “Já o Brasil é o oposto da China. Temos um mercado interno desenvolvido, mas não investimos tanto em infraestrutura”, disse. O petista defendeu ainda que o Brasil precisa de um reequilíbrio macroeconômico, “com as contas públicas organizadas e inflação controlada”, mais abertura comercial e investimentos em pesquisa e desenvolvimento. “Também é necessário discutirmos a reforma da Previdência e mudanças trabalhistas”, defendeu, destacando que as relações de trabalho no País são regidas pela Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT), de 1943.Lula afirmou também que não se pode ter medo da palavra “reforma” e que é possível melhorar o ambiente de negócios no País facilitando, por exemplo, o processo de criação de empresas.
Estadão
11 de dezembro de 2015, 10:11

BAHIA TCE desaprova contas da Direc de Ilhéus e multa gestor

Por decisão unânime dos seus conselheiros, o Tribunal de Contas do Estado da Bahia (TCE/BA) desaprovou as contas da Diretoria Regional de Educação de Ilhéus (Direc 6), referentes ao exercício de 2011, e aplicou multa no valor de R$ 2 mil ao gestor Ednei Mendonça Oliveira, em razão de irregularidades encontradas na prestação de contas daquela unidade, vinculada à Secretaria de Educação do Estado (SEC). O conselheiro relator, Gildásio Penedo Filho, considerou que o relatório emitido pelos auditores da 5ª Coordenadoria de Controle Externo (CCE) continha elementos suficientes para a desaprovação, especialmente em razão da constatação de pagamentos que foram efetuados sem processo licitatório e a recorrente prática da fragmentação de despesas como forma de evitar a licitação. A mesma posição foi adotada pelo Ministério Público de Contas (MPC) e pela representação da Procuradoria Geral do Estado, o que levou o conselheiro revisor, Antonio Honorato, e os demais conselheiros a seguir o voto do relator.
11 de dezembro de 2015, 10:00

BRASIL Michel Temer volta a dizer que não há crise institucional

Foto: Divulgação
Vice-presidente da República, Michel Temer
Em palestra sobre Constituição e democracia na manhã desta sexta-feira, 11, em São Paulo, o vice-presidente da República, Michel Temer, reiterou que não vê crise institucional no Brasil. “Vivemos de 1988 para cá uma estabilidade institucional porque hoje há coincidência entre a Constituição formal e aquilo que se passa na vida do Estado”, disse Temer, que também é presidente do PMDB. “Quando as instituições funcionam pautadas pela ordem jurídica, por mais crise econômica e política que se possa ter, não tem crise institucional. O direito é o fenômeno estabilizador da própria sociedade”, afirmou. “E não se deve assustar com eventuais conflitos que ocorrem ao longo do tempo”. O vice centrou o início de sua palestra em uma análise histórica do País. Ele disse que a Constituição que vigora no Brasil permitiu uma estabilidade constitucional e fez um histórico dos momentos vividos antes da nova constituinte. Ele ressaltou que crises sobre crises culminaram em um Estado autoritário e centralizador em 1964. “Nossa constituição adotou uma espécie de democracia participativa, fruto de um antecedente autoritário que tivemos no País. O vocábulo democracia é plural, é um conceito mais político”, disse. A palestra sobre Constituição e democracia ocorre no Instituto de Direito Público (IDP). O evento foi aberto pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes, que teceu elogios a Temer assim que o vice-presidente chegou ao local. Mendes disse que o peemedebista tem “inata liderança” e é “um constitucionalista respeitado por todos”. “Passaríamos aqui o dia se fosse falar de toda biografia (de Temer), que é um exemplar homem público brasileiro”, afirmou o ministro. Na plateia, dentre os presentes estão secretários do governo Geraldo Alckmin, o presidente da Fiesp, Paulo Skaf, e o presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo, Renato Nalini.

EstadãoPF vê fraude em 42 concursos para 64 cargos públicos

Foto: Divulgação
Investigação é a maior já realizada nessa área pela PF
A Polícia Federal suspeita que organização criminosa liderada por um técnico judiciário de Rondônia pode ter fraudado 42 concursos para acesso a 64 cargos públicos realizados entre 2010 e 2015 para vagas em 30 tribunais, além de autarquias e Assembleias Legislativas. A investigação, desdobramento da Operação Afronta – deflagrada em outubro – , é a maior já realizada nessa área pela PF. Na semana passada, a PF pediu à Fundação Carlos Chagas, instituição que aplica as provas, uma auditoria ‘com a máxima brevidade’, inicialmente comparando-se as provas discursivas de todos os candidatos aprovados a fim de identificar todos os fraudadores e beneficiários do esquema. O mapeamento que coloca sob suspeita aprovados de 42 concursos foi realizado a partir de ampla pesquisa da Fundação em seu banco de dados. A PF quer ir além nesse trabalho porque acredita que os integrantes da organização se infiltraram em outros concursos por meio da inscrição dos ‘pilotos’ – agentes da quadrilha que se inscrevem apenas para ter acesso às provas e que recebem R$ 5 mil por concurso. O inquérito da Afronta foi relatado em novembro e encaminhado à Justiça Federal em Sorocaba, base da missão, com indiciamento de nove alvos, entre eles o técnico judiciário José Carlos de Lima, apontado como ‘o principal articulador’ da rede de fraudes em certames públicos. Segundo a PF, o grau de sofisticação do grupo era tão elevado que os ‘candidatos’ usavam até ponto eletrônico que cabia na ponta do dedo indicador – uma peça tão pequena que, depois da prova, só podia ser retirada do ouvido com uso de um ímã.
Estadão
11 de dezembro de 2015, 06:40

MUNDO Sobe para 22 número de civis mortos em atentados no Nordeste da Síria

Pelo menos 22 civis foram mortos em um triplo atentado suicida no Nordeste da Síria, na noite dessa quinta-feira (10), informou hoje (11) o Observatório Sírio dos Direitos Humanos (OSDH). O balanço inicial sobre as vítimas dos ataques ocorridos na cidade de Tal Tamr, na província de Hasakeh, indicava 12 mortos. Os atentados foram feitos com a utilização de três veículos carregadas de explosivos. O diretor do OSDH, Rami Abdel Rahman, informou que uma das bombas foi detonada em um posto das forças de segurança curdas e suspeita-se que todos os seus integrantes tenham sido mortos. Ele não dispõe, no entanto, de um número concreto. Outra explosão ocorreu em frente a um hospital, disse Rahman, acrescentando que quatro mulheres e um médico morreram nesse ataque. O diretor do OSDH advertiu que dezenas de pessoas ficaram feridas e alertou que o número de vítimas pode subir. A cidade de Tal Tamr é controlada pelas forças curdas e foi, no passado, alvo de ataques do grupo extremista Estado Islâmico.
Agência Brasil
11 de dezembro de 2015, 06:35

BRASIL Presidente da Venezuela acusa oposição de criar “desestabilização”

Foto: Divulgação
Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro
O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, acusou, nessa quinta-feira (10), a oposição, que ganhou as eleições parlamentares de domingo (6), de querer criar uma “desestabilização” do poder. Maduro fez o comentário durante congresso extraordinário do seu partido, o Socialista Unido da Venezuela (PSUV) que convocou em Caracas. “Essa direita prepara-se unicamente para continuar o seu esquema de destabilização e de golpe de Estado permanente, utilizando a Constituição”, afirmou o presidente venezuelano. A oposição, reunida sob a plataforma Mesa da Unidade Democrática (MUD), conquistou nas eleições de domingo maioria de dois terços na Assembleia Nacional (Parlamento). A vitória da oposição, a primeira em 16 anos, marca uma virada histórica contra o chavismo (corrente inspirada no nome do ex-presidente Hugo Chávez, que dirigiu o país de 1999 a 2013), que detinha até agora a totalidade dos poderes no país. A maioria de dois terços permite à oposição convocar um referendo, declarar uma assembleia constituinte ou destituir magistrados do Supremo tribunal de Justiça. A oposição poderá ainda designar membros do Conselho Nacional Eleitoral, aprovar e modificar leis orgânicas, submeter a referendo tratados internacionais e projetos de lei, votar projetos de reforma constitucional e mesmo determinar a saída antecipada do presidente Nicolás Maduro, por meio de uma redução da duração do seu mandato, que vai até 2019.
Agência Brasil
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