domingo, 28 de agosto de 2016

OPINIÃO: A estrela que não brilha




Quando Dilma Rousseff colocar os pés no Senado na segunda-feira 29, ela usará de todas as estratégias para a defesa do seu mandato, por ora suspenso. Com eloquência pregará a tese de inocência, mas não será tarefa fácil.
No campo político, para muitos, o jogo está definido. Ao contrário do que afirmou Michel Temer em sua primeira reunião ministerial em maio, na quinta-feira 25 vários retratos de Dilma foram retirados das paredes do Palácio do Planalto, sobretudo no 3º e 4º andares, onde funcionam a Presidência da República, a Casa Civil e a Secretaria Geral de Governo.
Olhando para os astros, o momento também é pobre para a petista. Nativa de Sagitário (14/12/47) pisará no Congresso no dia em que a Lua Minguante em Leão estará entrando em conjunção a Saturno e Plutão. Segundo a astróloga Susie Verde, a quem a Coluna pediu um estudo a respeito dos acontecimentos celestiais que cercam Dilma, “tudo indica o final de um ciclo”.
De seu consultório nos EUA, explica: “estamos em uma fase chamada de sombra de Mercúrio retrógado, o que sugere muita confusão no ar. Não será decisão fácil e haverá muita discussão. A presidente afastada conta com o apoio do seu bloco, de que poderá suportar o grave momento. Porém, está fragilizada e sob forte tensão. Tudo indica que este processo poderá ser mais difícil do que se imagina, na medida em que o jogo se desenrola”.
Além do mais, diz Susie, no dia 1º de setembro, “e já com influência agora”, haverá um eclipse de Lua Nova perto de Marte, em sua casa 12. “Dilma Rousseff deverá sofrer um golpe de seus inimigos. As traições significativas virão em função de grandes interesses políticos”.
Em outras palavras, por mais que a presidenta afastada se esforce, tanto na terra quanto no céu, parece tudo caminhar para a sua saída definitiva do cargo.
Se Dilma vai virar uma estrela um dia na história política do País, ninguém sabe, mas a que traz no peito, a do PT, já perdeu o brilho. Independente de ser – como parece – condenada no julgamento do Senado.

Fonte: blogchicoferreira
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