terça-feira, 24 de outubro de 2017

OPINIÃO: NÃO JUSTIFICA A HISTÓRICA MÁ QUALIDADE DA ÁGUA SERVIDA À ´POPULAÇÃO







Historicamente, os moradores continuam reclamando de água suja distribuída pelo SAAE de Sento Sé.
Até quando vamos pagar para receber este tipo de água?. O questionamento é de toda a população.  
Donas de casa, dos bairros Cicero Borges, Elias Alves, Tombador e de toda a cidade, tem dificuldades para lavar roupas e fazer comida. “Não tem como cozinhar com essa água. Faz mais de 17 anos que isso acontece. Na hora de lavar roupa, não tem jeito. Mancha as roupas, as toalhas, não tem como...”, lamenta. Em determinados meses, quando o rio não está enchendo, ainda se consegue respirar aliviada. Mas, logo, logo, volta tudo de novo. A solução é comprar água da Palmeira”.
Alguém disse: “Por não entender, não consigo compreender”. Faço minha esta frase. O tema foi assunto em diversas audiências públicas, reuniões com autoridades locais no passado, no presente e nos parece que há má vontade na solução definitiva do problema. Algumas soluções colocadas em pratica no decorrer dos anos, tem trazido insatisfações até mesmo de funcionários da autarquia.
NOSSA SUGESTÃO (NÃO É DEFINITIVA. TEM O  ESCOPO DE DESPERTAR OUTRAS IDEIAS)
A base do sistema de captação de água no porto fluvial da cidade, fica um pouco mais, um pouco menos, distante apenas 200 metros do leito natural do Rio São Francisco. Bastaria comprar os duzentos metros de tubos. A bomba de sucção seria instalada próxima à banca do porto, ao invés do flutuante. Já que há dificuldades para remoção do mesmo. O tubo dentro do rio poderia ser fixado em uma boia, tipo usada como sinalizadora da navegação.
Fica lançada a ideia, que poderá gerar outras diferentes e mais práticas.
O que não é aceitável é pagar horas e mais horas máquinas, para abrir um canal, com custos elevadíssimos, e o pior, com as chuvas que se aproximam, o material que está sendo retirado pela máquina, boa parte retornará para dentro do canal em forma de lama e por consequência, aumentando os custos para tratamento da água.
EM TEMPO:
Vale lembrar que quem está "baixo" é o Lago de Sobradinho, afetando comunidades no interior do município. Graças a Deus, aqui na Sede, o leito natural do Rio São Francisco, fica apenas 200 metros da banca do Porto Fluvial.


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