quinta-feira, 9 de novembro de 2017

Remanso: Vereador Didi cobra direito dos professores e servidores realizam manifestação para cobrar salários atrasados

Com a fama de bom pagador escorrendo por água abaixo, o prefeito Zé Filho é alvo de várias críticas por grande parte da população remansense e até por vereadores ligados ao seu governo.
De acordo com informações de funcionários da prefeitura, agora até os comerciantes estão preocupados em vender para os servidores municipais por conta da má gestão que se instalou na prefeitura.
Diante desse caos que vive Remanso, o vereador Didi (PCdoB) fez o uso da tribuna, na sessão de terça-feira dia (07/11), para cobrar os direitos dos professores e os salários de vários servidores que estão sofrendo com o atraso.

De acordo com o vereador, “a Educação é a base do presente e futuro, quem trabalha tem que receber. Tem gente passando necessidades por conta desses atrasos. O Prefeito tem que se preocupar mais com a população de Remanso, pois o dinheiro nunca deixa de vir”.

Ainda na sessão do dia 07, membros da APLB e alguns servidores da Educação compareceram na sessão e aproveitaram o momento para protestar utilizando faixas para exigir o pagamento de seus salários. Os servidores ocuparam a plateia e intensificaram o protesto, tornando pública sua indignação diante da situação da classe que está com o salário referente ao mês de outubro em atraso.

Servidores na Câmara de Vereadores de Remanso.
Já nesta quarta-feira (08/11), servidores da prefeitura realizaram uma manifestação nas principais avenidas do centro da cidade e em frente à Secretaria de Educação para cobrar o pagamento dos seus salários.
Manifestação dos servidores nas ruas de Remanso.
Servidores em frente à Secretaria de Educação.
Informativo do Vale - O Vale do São Francisco bem informado!

EM SENTO SÉ

Os atrasos tiveram inicio e já falam que há quatro meses os contratados, que também foram demitidos, não receberam até a presente data. 
Diferentemente dos Servidores de Remanso, aqui nenhum servidor na Sessão da Câmara e muito menos manifestação. As entidades de classes não se pronunciam. No ano passado, alguns meses antes das eleições faziam manifestações politiqueiras muito antes do final do mês em curso. Hoje, todos caladinhos!

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