quarta-feira, 7 de março de 2018

OPINIÃO: NOMEAÇÕES UNIDAS AO APADRINHAMENTO POLITICO

Imagem IBGE 
O Jurista Luiz Flávio Gomes publicou um vídeo falando sobre nomeações politicas unidas ao apadrinhamento.
(...)
A cleptocracia institucional brasileira, tal como o polvo, finca seus pés em todos os espaços do poder. Isso se faz pelo apadrinhamento, que é uma espécie de clientelismo, que faz parte do patrimonialismo (forma de governar que confunde o público com o privado).
Os reis faziam essas nomeações políticas e o Judiciário desse tempo era imprestável. Qual o problema? O método é viciado. Todos os vícios somados estão na origem do Brasil que estamos vendo em 2018 (recessão, desemprego, baixo crescimento econômico, ridículo desenvolvimento humano, desigualdade brutal, violência, roubalheira do dinheiro público para o bolso de poucos etc.).
A nomeação política unida ao apadrinhamento é nitidamente antirrepublicana (porque abre muito espaço para conchavos e conluios, não apenas no momento da escolha, senão depois também). É um canal aberto para a corrupção (que só excepcionalmente pode não acontecer).
O apadrinhamento e a indicação política fazem parte da correia de transmissão que retroalimenta a cleptocracia das influências, da impunidade, das conivências, das amizades, dos “acertos”.
A sociedade civil não pode mais aceitar essa indecorosa maneira de preencher os mais relevantes cargos públicos do Estado (MUNICÍPIOS E DA UNIÃO) relacionados com o controle e a fiscalização de todos os poderes.



EM TEMPO: Destaque e acréscimo nosso.

SENTO SÉ/BAHIA/BRASIL

Aqui não poderia  ser diferente. É a mesma cultura e prática. Como exemplo: Quantas Feiras livres Sento Sé tem ? Quantos Mercados Municipais existem e que necessitem de administradores ? O daqui há anos faz vergonha. Imundices, sujeiras generalizadas, desorganização total, instalações sanitárias improprias para uso humano e animal, instalações elétricas, hidráulicas nada presta. Para a gestão municipal esse Mercado, se é que podemos assim dizer,  só serve para dar prejuízos.  Deveria ser demolido há muito tempo. Mesmo assim, o poder público nomeou um Chefe de Divisão de Mercados e Feiras - Diário Oficial Eletrônico nº 202 de 06 de Março de 2018. A pergunta é lógica: Será apadrinhamento politico? Clientelismo? etc.


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