ACREDITE: Governo da Bahia recorre ao Governo Federal e pede R$ 61 milhões para custear Policlínicas

NOSSA OBSERVAÇÃO:
Quando a Ministra da Agricultura esteve em Juazeiro, sequer o Prefeito local e o governador não deram a minima atenção e respeito. Igualmente, nas visitas do Presidente Jair Bolsonaro a Petrolina e Sobradinho respectivamente o governador não compareceu.
POLICLÍNICAS: Após inauguração das Policlínicas o apelo midíatico de "auto promoção do governo" nas redes de tv, sites, blogs, rádios, jornais, redes sociais foi algo impressionante.
AGORA! Quer um aporte financeiro do Presidente Jair Bolsonaro para ajudar para manter  as Policlínicas.  Acrédite! - 
Ponto de Vista:
É melhor usar óleo de peroba. "Quem pariu "mateus" que balance"

Após a construção de oito policlínicas regionais de saúde, o governador Rui Costa exaltou o modelo de financiamento escolhido para elas. São 60% de custeio para os municípios e 40% para o estado. Assim, não seria necessária a entrada de recursos federais no circuito.
Evitaria que o governo do estado passasse o pires para a União e também seria uma mostra de que a gestão de Rui conseguiria, de forma independente, garantir o sucesso de uma das principais iniciativas do primeiro governo. No entanto, o governo baiano acabou se rendendo à União no quesito policlínicas. Em uma resolução aprovada pela Comissão Intergestores da Bahia, formada pela Sesab e pelo Conselho Estadual dos Secretários Municipais de Saúde da Bahia (Cosems), o estado pediu ao governo federal o valor anual de R$ 61 milhões para custear as policlínicas de Alagoinhas, Feira de Santana, Guanambi, Irecê, Jequié, Santo Antônio de Jesus, Teixeira de Freitas e Valença. Ou seja, o que vem confirmar que o município de Brumado vai ficar sem a tão sonhada Policlínica.
O montante solicitado foi no teto financeiro, ou seja, o valor mais alto, para Média e Alta Complexidade (MAC) do estado. Cabe ao governo federal definir se fará, ou não, o aporte pedido pela Bahia. Vale lembrar que a resolução foi feita em 8 de dezembro, na gestão do ex-presidente Michel Temer. Como a quantia ainda não foi liberada, caberá ao governo de Jair Bolsonaro, ao qual Rui faz oposição, definir se dará a ajuda financeira.
A resolução não estabelece como seria feito esse repasse, se por convênio ou uma nova linha de custeio, por exemplo. O modelo atual de financiamento das policlínicas funciona assim, o custeio das unidades é feito da seguinte forma: o consórcio contempla o governo do Estado financiando 40%, enquanto os 60% restantes são divididos proporcionalmente, de acordo com a população de cada município.
Caso não haja pagamento por parte de alguma cidade, o governo estadual faz um corte na cota do devedor no ICMS, como forma de quitar as despesas daquele mês.


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